A CAIXA lança, nesta segunda-feira (2), linha de crédito imobiliário para pessoas físicas, com taxa de juros pós-fixada anual a partir de 114% do CDI. A nova modalidade vem como alternativa para atender clientes que queiram financiar imóveis acima de R$ 1,5 milhão ou que já tenham financiamento habitacional ativo na CAIXA, com prazo para pagamento de até 360 meses. As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados.
“Com mais essa opção, a CAIXA exerce papel fundamental na ampliação das fontes de recursos para o crédito imobiliário, colaborando com a diversificação das possibilidades de financiamento por meio de recursos livres do banco", ressalta o presidente da CAIXA, Carlos Vieira.
No Crédito Imobiliário CDI, a taxa de juros anual será composta por percentual da média diária do índice e partirá de 114% do CDI, variando de acordo com o prazo e relacionamento com o banco. O cliente terá como opção o sistema de amortização SAC, com entrada mínima de 30%.
Como a modalidade se enquadra no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), não é possível a utilização dos recursos do FGTS.
Fontes de recurso:
A CAIXA estuda constantemente medidas que visam ampliar o atendimento da demanda de financiamentos habitacionais, inclusive participando de discussões junto ao mercado e Governo, com o objetivo de buscar novas soluções que permitam expansão do crédito imobiliário no país, não somente pela CAIXA, mas também pelos demais agentes do mercado.
Atualmente, o banco dispõe de duas fontes de recursos para financiamento da habitação, que são o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Fundo de Garantia (FGTS). Para essas fontes de recursos, a CAIXA oferece modalidades de financiamento habitacional voltadas a imóveis novos e usados, aquisição de terreno e construção, construção em terreno próprio e para reforma e ampliação.
Esta nova modalidade será lastreada com recursos livres do banco e inicialmente destinada ao financiamento de imóveis prontos.
Liderança no mercado imobiliário:
Em 2024, a CAIXA concedeu, até outubro, R$ 185 bilhões em crédito imobiliário com recursos do SBPE e do FGTS, o que representa um crescimento de 21% em comparação com o mesmo período de 2023. Este valor corresponde a mais de 680 mil financiamentos, que impactaram cerca de 2,7 milhões de brasileiros.
Com esse resultado, a CAIXA mantém a liderança no crédito imobiliário, com cerca de 68% do mercado.
Os clientes já podem fazer simulações no site www.caixa.gov.br ou no App Habitação CAIXA e, caso decidam pela contratação, devem procurar uma das agências da CAIXA ou correspondentes CAIXA Aqui para realizar a avaliação do crédito.
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O projeto permitirá realizar pagamentos apenas aproximando o celular do terminal. Essa inovação traz ainda mais praticidade ao sistema de pagamentos instantâneos, facilitando transações rápidas e seguras, semelhantes às feitas com cartões contactless.
A funcionalidade, em teste com algumas instituições, promete simplificar a experiência do usuário e ampliar o uso do Pix no dia a dia.
Com o Pix por aproximação, a expectativa é que o Brasil avance ainda mais em pagamentos digitais, oferecendo alternativas que integram tecnologia e conveniência para os consumidores. |
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Agora estimada em 12%, esse ajuste reflete as expectativas do mercado diante das pressões inflacionárias, que também levaram a uma elevação na previsão do IPCA de 4,62% para 4,64%. Com isso, a projeção segue acima do teto da meta de inflação para este ano, que é de 4,50%.
Essas projeções indicam que o cenário de inflação pode demandar taxas de juros mais altas para conter os preços e manter a estabilidade econômica.
Para investidores e consumidores, esse cenário sugere uma possível continuidade de juros elevados, o que impacta desde o crédito até o consumo no país. |
A Caixa tem contratos pré-aprovados de R$ 20 bilhões para financiamento da casa própria com recursos da poupança, mas o total disponível dessa fonte de financiamento para distribuir soma R$ 3 bilhões. Para 'proteger' esses interessados em financiar imóveis com taxas de juros mais baixas que as de mercado, a instituição está prorrogando esses contratos pré-aprovados até o final do prazo de validade, chegando até fevereiro e março de 2025.
O aumento reflete a cautela dos investidores diante de uma agenda econômica carregada e à espera de novas medidas fiscais pelo governo brasileiro.
Pela manhã, a moeda americana registrava valorização de 0,69%, sendo cotada a R$ 5,778. Na última sexta-feira, o dólar já havia fechado em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,7376.
Esse movimento está alinhado com o cenário internacional, onde mercados aguardam dados econômicos dos EUA e novas informações da China.
No mercado futuro, o contrato de dólar de primeiro vencimento subia 0,56%, enquanto o Banco Central anunciou leilões de swap cambial para conter a volatilidade.
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A expectativa para o IPCA subiu de 4,38% para 4,42%, refletindo pressões econômicas e uma inflação em alta. Já o PIB, que anteriormente tinha previsão de 3,08%, foi revisado para 3,12%, indicando leve otimismo no crescimento econômico. A taxa Selic foi mantida em 11,75%, sinalizando que, apesar das pressões inflacionárias, não há expectativa imediata de aumento nos juros. Essas mudanças reforçam a necessidade de cautela nas estratégias financeiras para o próximo ano. |